3 de jan de 2011

O que eu pouco ouço (Meu primeiro texto pra ti)

Foi estranho pra mim, flor, quando fizeste aquela pergunta. Provavelmente por ser uma pergunta que sai da minha boca, não ouço muitas pessoas perguntarem isso pra mim., porque eu me acostumei a ouvir, talvez porque os acontecimentos na vida dos que me rodeiam sejam bem mais movimentados que os meus. Então escuto.

Falo pouco, às vezes bem pouco, por não ter o que falar. Na maioria, dou conselhos. E se pode dizer que sejam conselhos baratos, afinal, como alguém com pouca experiência aconselha? E fico no 'se', ouvindo.

Por isso acho estranho quando alguém chega e me pergunta "tem alguma coisa te incomodando?". Te falei o quanto estranhei, mas disse que se, caso existisse, te contaria. E não menti. Afinal, tenho que ser justo contigo, até porque eu acho que te conheço bem mais que tu me conheces. E é bem melhor uma amizade crescer mutuamente: equilíbrio é fundamental, flor.

Por hora, a balança pende pro teu lado no quesito entrega. Mas em pouco tempo eu mudo isso.

3 comentários:

Nayla M. disse...

OWWWWWWWWWWWWWN NHONHONHO (l) espero que mude, mesmo. Tens sido uma pessoa essencial pra mim, Nane.
beijos, vou morrer de amores agora
;**

Quareesma disse...

pra aconselhar não é necessário experiência e sim boa vontade, talvez seja por isso ;)

sorte pra vocês, amém.

ps: se tá escrito 'primeiro' é porque virão outros, certo?! '-'

beijas, seu lindo :*

Deyse Batista disse...

Ah, gente, que coisa linda! Tô toda derretida aqui, hahaha. Realmente, esse sentimento de entrega chega a ser comovente :)
Beijos!